12 de março de 2016

Momentos imóveis

Como é possível reconhecer-te desde sempre e nunca te ter conhecido como agora? Sempre pensei que as nossas conversas fossem passageiras, que a qualquer momento encontrarias outra "distracção" e que me remetesses para segundo plano. Não por achar que valho pouco, não isso nunca! Mas por ter tido sempre presente que as coisas boas, simples e bonitas duram demasiado pouco tempo.
É engraçado como tecemos dois dedos de conversa seja a que horas forem, como nunca preciso de falar do que me perturbar, e é ainda mais curioso como não te preciso de dizer se estou bem ou mal. Sei que consegues perceber!
De quando em vez, dizes-me subtilmente que te posso falar de tudo o que me perturba mas que enquanto for mais feliz com conversas leves e sorridentes, as terás comigo. Aceno que sim, e no fundo sabemos os dois tão bem que não quero ser melodramática e contar-te histórias que me roubem o sorriso. Sei que entendes quando me respondes:
- "Ficas tão mais bonita a sorrir".
Volto a acenar, como se não pudesse fazer outra coisa. Sorrio ( desta vez não consigo conter o sorriso) e continuamos naquele banco de jardim a falar sobre tudo o que nos faz rir até nos doer a barriga.


Fictício

10 de março de 2016

O tempo


Sempre me ensinaram que não há nada que o tempo não cure, por isso, aos poucos vou-me sentindo melhor. Obrigada, um grande obrigada a todos pelo carinho, espero passar pelos vossos cantinhos muito em breve. Espero, ainda, falar-vos sobre tudo o que tem acontecido.

5 de março de 2016

Sexta-feira



Hoje não foi um dia bom! Outro, eu sei. parece que o meu mundo andar a perder a cor e que as minhas forças se estão a esgotar.
Não, isso não pode acontecer, por isso, prometo que irei continuar ( por aqui) a lutar contra as coisas más, os pensamentos negros, tudo o que me tem feito deixar de acreditar que a vida é bonita.



2 de março de 2016

Pedido de desculpa

Devo-vos um pedido de desculpa, sim a vocês que passam sempre por aqui. Ultimamente ando ausente. espero poder voltar em breve. Ando triste, muito triste, daquele tipo de tristeza que nos chega à alma e nos congela como se não fossemos capazes de mais nada.
Torçam para que tudo melhore, por favor.


Um beijinho grande e até muito breve

25 de fevereiro de 2016

Tristezas da vida




De um momento para o outro tudo pode mudar. Sabe-mo-lo mas não esperava que tivéssemos que dizer adeus assim, um adeus ainda não definitivo, mas um adeus.

21 de fevereiro de 2016

20 de fevereiro de 2016

Planos


Ultimamente tenho pensado mais em arriscar, deixar a minha zona de conforto e partir à aventura durante uns tempo. Acho que nunca tive ( nem sei se terei, para ser sincera) coragem para o fazer sozinha mas saber que irias, que não estaria sozinha nesta aventura de umas semanas conforta-me. Ainda que seja só um plano, para já, e que não espere nada, quando se traça planos em conjunto tudo parece ter mais sentido.